Deputada Franciane comemora redução de acidentes com mortes no Estado

O balanço da acidentalidade entre os meses de janeiro e agosto de 2019 aponta para o menor número de mortes no trânsito do RS desde 2007, quando o Detran/RS estabeleceu a metodologia atual que contabiliza as mortes ocorridas até 30 dias após o acidente. Foram 1.049 mortes no período, um número ainda elevado, porém 6,7% inferior ao do mesmo período do ano passado, quando morreram 1.124 pessoas. A violência no trânsito diminui desde 2010, quando foi registrado o pico da acidentalidade no Estado (1.486 mortes entre janeiro e agosto).

O número de acidentes fatais também caiu 5,26% em relação ao mesmo período de 2018, passando de 1.008 ocorrências para 955. A análise estatística do Detran, divulgada nesta terça-feira (22), leva em conta todas as ocorrências com morte no trânsito do RS, o que inclui vias urbanas e rodovias estaduais e federais.
Presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro da Assembleia Legislativa, a deputada Franciane Bayer comemorou. "Apesar de o índice de acidentes com morte ainda ser alto, cada vida poupada é motivo para comemoração e também para intensificar as ações de conscientização". Desde que assumiu o mandato, a parlamentar vem defendendo a mudança de comportamento de toda a sociedade como a principal forma de evitar acidentes e poupar vidas. "A Frente Parlamentar tem como propósito a defesa da vida. Estamos trabalhando para envolver toda a sociedade na reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo para que todos os condutores  -  sejam de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas -, e os pedestres optem por um trânsito seguro".
Acidentes
Análise dos acidentes entre janeiro e agosto revelou que as colisões frontais ou traseiras são responsáveis por 35,2% das ocorrências com mortes, seguidas por atropelamentos (22,6%) e colisões laterais (12%). Os automóveis são os mais frequentes nas tragédias, representando 37,2% do total de veículos envolvidos nos acidentes fatais. É um percentual baixo, considerando que são 61% dos veículos em circulação. As motocicletas e motonetas, ao contrário, representam 17% da frota e 21,5% dos veículos envolvidos em acidentes fatais.
Finais de semana concentraram a maioria das ocorrências (53,7% se somadas as sextas, os sábados e domingos) e o turno da noite foi o mais perigoso, acumulando 35,5% dos acidentes fatais. Cinquenta e nove por cento das ocorrências com mortes ocorreram em rodovias.
Vítimas
A maioria das vítimas fatais no trânsito no período de janeiro a agosto conduzia veículo (28,4%). Somando-se aos 16% que morreram na condição de passageiros, quase metade (44,6) morreu dentro de carros. Os motociclistas também preocupam, representeando 24% do total de mortes, assim como os pedestres (20,7%).
Seguindo um padrão histórico, os homens são os mais vitimados, representando 79% do total de mortes. Trinta e seis por cento das vítimas tinham entre 21 e 39 anos. Depois dessa idade, a participação em acidentes começa a cair, voltando a crescer na faixa dos 65 aos 74 anos.

Fonte: Comunicação/Deputada Franciane Bayer

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